GNOSE E GNOSTICISMO
- Eloy Guillermo Castellón Bermúdez
- 23 de fev.
- 11 min de leitura
Eloy Guillermo Castellón Bermúdez-Compilador
Academia Amazonense Maçônica de Letras-AAML
De acordo com Philip Gardiner (2006), definiu a Gnose, como: “a experiência mística do divino, diretamente em si mesmo. É a realização da nossa verdadeira natureza, que não pode ser discernida por intermédio de Dogmas ou Doutrinas intelectuais, mas somente pela experiência”.
Wikipédia (Gnosticismo), define o Gnosticismo como um conjunto de correntes filosófico religiosas sincréticas oriundas da região do Mediterrâneo durante os séculos I e II d.C., alicerçado em interpretações de relatos bíblicos e apócrifos (também conhecidos como livros falsos canônicos, escritos por comunidades cristãs ou pré-cristãs, não reconhecidas como divinamente inspiradas no cânon bíblico no cristianismo).
O Gnosticismo foi um movimento místico, filosófico e religioso que teve como bases a filosofia, a astrologia e os mistérios antigos, que surgiram na Babilônia, Egito, Síria e Grécia. Acredita-se que nasceu na Ásia Menor.
O Gnosticismo nasceu a partir de um caldeirão cultural sincrético, especialmente na Alexandria; que era um centro cultural, donde circulavam ideias, hipóteses, teorias, mitos, lendas e crenças de todos os cantos do mundo, composto pelo:
1-O Judaísmo Helénico, forma de judaísmo que emergiu do encontro entre a tradição judaica e a cultura grega (helênica) após as conquistas de Alexandre o Grande, no século IV a.C., florescendo a comunidade judaica na diáspora, como na Alexandria, no Egito, tendo uma importância na transição entre o judaísmo tradicional e o cristianismo. O Judaísmo Helénico foi a conexão entre o Judaísmo tradicional e o cristianismo nascente. Um produto literário importante que ressalta o contato entre as duas culturas, foi a tradução da Septuaginta (versão da Bíblia Hebraica, traduzida para o grego Koiné). (Wikipédia, Judaísmo Helénico).
2- O Platonismo, a marca mais evidentes do Platonismo sobre o gnosticismo foi o dualismo corpo-espírito. Platão considerava o corpo como a prisão da Alma, que desejava estar no mundo das ideias. Os gnósticos reinterpretaram como: o mundo material imperfeito e criado pelo demiurgo, ignaro, maligno e inferior ao Deus Supremo. Esse conceito levou à crença de Cristo não possuir um corpo verdadeiro, mas apenas uma aparência (dokein= crença ou princípio). Ignácio de Antióquia insistiu: “Cristo, comeu, bebeu, foi crucificado e morreu”. Por tanto, a teologia gnóstica colidiu com a afirmação apostólica da encarnação Real e a ressurreição corporal (Soares, 2025).
3-Zoroastrismo, religião dualista Persa, de Luz e Trevas.
4-Cultos de Mistérios greco-romanos, que ofereciam iniciações esotéricas e revelações secretas. Os cultos de Mistérios foram tradições religiosas esotéricas que floresceram no mundo antigo, em especial, entre os séculos VI a IV a.C. e que ofereciam aos iniciados uma experiência espiritual, profunda, secreta e transformadora. Esses cultos eram reservados a iniciados, com rituais ocultos e ensinamentos simbólicos que prometiam purificação, revelações e até a imortalidade da Alma.
Entre os cultos mais conhecidos podemos citar: Mistérios de Elêusis na Grécia; Orfismo, na Grécia; Culto a Dionisio, na Grécia e Roma; Culto a Isis, no Egito e Roma; culto a Mitra, na Pérsia e Roma; culto a Serápis, no Egito e Grécia; Culto a Cibele, Magna, na Grécia. Esses cultos influenciaram profundamente o neoplatonismo, o gnosticismo, o cristianismo e o rosacrucianismo (Santiago, Religião de Mistério; Dorit-Meir, 2025).
O médio e o neoplatonismo influenciaram os gnósticos por empréstimos de termos filosóficos gregos ou do idioma grego Koine, além de utilizar conceitos filosóficos nos textos como “hipóstase” (realidade permanente, concreta e fundamental; substância); “ousia” (substância ou essência); “demiurgo” (princípio organizador do universo; ser intermediário de deus; um deus secundário dos gnósticos); outros exemplos incluem textos como a “Hipóstase dos Governantes” (realidade dos governantes da escuridão) ou “Protenoia Trimórfica” (texto gnóstico setiano {de Seth} dentre os apócrifos do Novo Testamento (obra religiosa destituída de autoridade).
O que é o Neoplatonismo?
“É uma escola filosófica de Alexandria, surgida no século II até o IV, que interpreta o platonismo de forma mística e espiritualista, supondo a transcendência de um deus, que por emanação, cria a realidade profana e a possibilidade de que o ser humano em seu movimento de interiorização contemplativa e retorno às suas origens, restabeleça a união com a divindade”, seu maior representante foi Plotino.
Porfirio de Tiro, filósofo neoplatônico, conhecido por escrever a biografia de Plotino, que também foi um dos principais filósofos gregos, estabeleceu uma diferença entre os genuínos seguidores de Cristo e um outro grupo que misturava a filosofia (gnosis) com elementos cristãos; Plotino é antagónico a esta situação ao escrever “Eles (os gnósticos) tiraram algumas ideias de Platão, mais todas as novidades que acrescentaram para criar uma filosofia original, estão fora da realidade”, um outro epiteto usado por Plotino contra os gnósticos foi o de charlatães, ao se referir ao poder de expulsar as doenças, sendo que na época eram consideradas como seres de entidades demoníacas, afirmando ”Só a plebe ignara (ignorante) se deixa iludir”.
A gnose, busca o conhecimento espiritual que nos leva ao encontro do homem, a sua essência. É o conhecimento do divino, é o Deus transcendental, e significa que está acima da criação, porque ele foi o criador, superior e incomensurável e ao mesmo tempo que Deus transcende a sua criação, não depende dela; no entanto a criação depende do criador para subsistir; a esta dependência se dá o nome de Imanência, que está definida como “que persiste, que reside na própria essência do todo”.
Os gnósticos, apoiados em interpretações heterodoxas e alternativas do pentateuco e relatos da escritura hebraica, afirmaram que “o universo foi criado por uma emanação imperfeita de um Deus supremo, o qual foi chamado por eles de demiurgo, para prender a centelha divina (espírito) no corpo humano, que podia ser liberada através da gnose ou conhecimento intuitivo sobre o espírito da realidade”.
Segundo o gnosticismo cristão, a gnose tem um significado mais epistemológico; o qual refere-se ao ramo da filosofia que trata do conhecimento científico; ou o estudo das hipóteses e resultados nas diferentes ciências.
O termo Gnosticismo foi cunhado, num comentário sobre as Sete Igrejas do Apocalipse, um neologismo usado para descrever a “heresis tiatirense” (Apocalipse 2: 18-29); no mesmo sentido, também foi usada a expressão “gnostick-heresi”, esta última expressão vem da literatura patrística e a heresiologia do início do cristianismo, especialmente a do Bispo Irineu de Lyon, que chamou a gnose como (Pseudonymos gnosis), “falsamente chamada gnose”, tachando vários grupos como sectários da Igreja, incluindo Valentim, teólogo gnóstico:
“Alguns, ensoberbecidos por uma falta de saber, afastam-se do amor de Deus”.
Irineu de Lyon
É uma citação direta da exortação de São Paulo a manter “horror aos clamores vãos e profanos da falsamente chamada ciência, a qual, professando-a, alguns, se desviaram da fé” (I Timóteo 6:20-21). A patrística é a filosofia cristã nos três primeiros séculos depois de Cristo, e que consiste na elaboração de doutrinas de fé do cristianismo y na defesa contra pagãos e hereges. Sua principal obra, “Contra as heresias”, descreve e refuta os gnósticos, que afirmaram ter ensinamentos secretos desconhecidos pelos cristãos.
DIVERGÊNCIAS ENTRE GNÓSTICISMO E CRISTIANISMO PRIMITIVO
Com relação à Natureza de Deus:
De acordo com o Cristianismo Primitivo, Deus é o criador do Universo. Deus é pessoal, amoroso e justo; a criação é benéfica e a matéria não é vista como maligna ou inimiga – O corpo será ressuscitado.
O gnosticismo acredita que exista um Deus Supremo, incognoscível que habita o Pleroma (Plenitude Divina); esse Deus não criou diretamente o mundo material. Uma emanação chamada Sofia ou Sabedoria, gerou, por erro ou desejo, um ser imperfeito chamado Demiurgo; o Demiurgo, criou o mundo material também imperfeito, ilusório ou até maligno.
Com relação as Implicações Espirituais:
Para os Cristãos primitivos Deus está presente na história, e a salvação é um ato de amor divino.
Para os Gnósticos, o mundo é uma simulação espiritual, e a salvação é uma libertação da ignorância - um despertar interior.
Jesus é visto como um Aeon, enviado ao Pleroma, junto com a sua contrapartida Sofia, para trazer o conhecimento perdido à humanidade. Nesse contexto a missão de Jesus não é apenas redimir os pecados, mas o despertar a centelha divina aprisionada no corpo no mundo material (Wikipédia, Pleroma; Soares, 2025).
Muitos Gnósticos negavam a encarnação literal de Jesus, eles acreditavam que Jesus tinha um corpo espiritual ou ilusório (docetismo=corrente filosófica que defende, que as percepções e razões da humanidade, são frequentemente enganosas). Questiona a possibilidade do conhecimento absoluto; a ressurreição é interpretada como um evento espiritual, não físico, é o despertar da alma, não a reanimação do corpo.
A salvação é individual, esotérica, dependendo do autoconhecimento profundo, não da Fé ou da obediência de dogmas. A salvação esotérica no gnosticismo significa, ao igual que: “Não é pública, ritualística ou institucional, ao igual do que em religiões monoteístas tradicionais; ela é oculta, sendo acessível a aqueles que despertam para as verdades espirituais profundas e envolve revelações internas, não dogmas internos”.
Para os Gnósticos o autoconhecimento profundo, significa que cada ser humano possui uma centelha divina aprisionada no corpo e no mundo material; sendo um processo de lembrar quem você é (uma alma originária do Pleroma, a plenitude divina). Esse conhecimento não é intelectual, mas sim intuitivo, revelador e transformador.
A salvação, por tanto, é o despertar da consciência individual, a libertação da alma do domínio do demiurgo e dos Arcontes (Clube Gloria, O Que é Gnosticismo...; Mariani, 2024).
NAG HAMMADI: BIBLIOTECA DOS MANUSCRITOS
Em 1945 um camponês egípcio encontrou um jarro enterrado, no interior de uma caverna, em Nag Hammadi. Tratou-se do encontro de mais de 50 livros de natureza gnóstica cristã e filosófica; datados do século IV d.C., que incluíam Evangelhos como o de Tomé, Felipe e de Maria Magdalena; esses textos ofereciam ensinamentos sobre conhecimentos secretos (Gnose). Esses códices ofereciam uma narrativa sobre o cristianismo primitivo e do gnosticismo, influenciando a reavaliação da história cristã e do estudo dessas correntes de pensamento.
Os textos nos códices, estão escritos em Copta, sendo traduções do grego. O trabalho mais conhecido e mais completo foi provavelmente o Evangelho de Tomé, único com o texto completo, arquivado na Biblioteca de Nag Hammadi, no Egito (Wikipédia, Nague Hamadi; Mariani, 2024).
TEXTOS GNÓSTICOS
No Evangelhos Gnóstico de Tomé, a mensagem central é: “Jesus é um mestre espiritual que transmite ensinamentos secretos para despertar a consciência divina”. O reino de Deus, dentro e fora de nós e a salvação, vem pelo autoconhecimento profundo. No Evangelho, não há narrativas de milagres, paixão ou ressurreição, apenas 114 ditos enigmáticos, que convidam a reflexão interior (Unisinos, Palavras Secretas de Jesus...).
No Evangelho da Maria Magdalena, ela é retratada como uma discípula iluminada que recebe os ensinamentos secretos de Jesus, após a sua ascensão (Academia Edu, O Evangelho de Maria Magdalena).
No Evangelho de Felipe, há uma série de reflexões e explora temas como a União Espiritual, a Sexualidade Sagrada e o Mistério de Cristo. O texto do Evangelho de Felipe fala da Câmara Nupcial, como símbolo de união entre o humano e o divino.
A Câmara Nupcial representa o lugar donde se une a Alma espiritualmente ao Cristo. Essa união é interpretada como o ato Supremo da redenção, onde o iniciado transcende a dualidade e retorna à plenitude (Pleroma).
A Imagem do casamento é usada para expressar a integração da alma com o espírito, ou a consciência com o Logos. A Sexualidade Sagrada sugere que, quando vivida com consciência espiritual, pode ser o caminho para a revelação: A união entre um homem e uma mulher é vista como reflexo da união divina, especialmente com amor, pureza e sabedoria.
O texto do Evangelho de Felipe, apresenta Cristo como: “Um ser que transcende a matéria, mas que se manifesta nela para revelar a gnose; um guia que conduz os iniciados à Câmara Nupcial onde ocorre a verdadeira salvação; um mistério que não se compreende por dogmas, e sim pela experiência direta e revelação interior (Evangelho de Felipe-Tradução da Biblioteca de Hag Hammadi; Wikipédia, Evangelho de Felipe).
Tomé atribui a Jesus estas palavras: “Eu lhes darei o que nenhum olho pode ver, o que nenhum ouvido escutou, o que mente nenhuma não tocou e o que jamais aflorou à mente humana”.
Esta frase é profundamente simbólica e ressoa com temas místicos presentes, tanto no Cristianismo esotérico, quanto a tradições orientais; é um convite à experiência mística, em outras palavras, não se trata de aprender algo novo e sim o despertar para o que sempre esteve presente, mais oculto.
A frase é parte da essência da gnose: conhecimento além dos sentidos:
1- Os gnósticos acreditam que o mundo físico foi criado pelo demiurgo, um deus inferior, que aprisiona a alma. A frase atribuída a Jesus, sugere o que ele oferece está além da criação material, ou seja: não pode ser visto, ouvido ou tocado, assim como os gnósticos descreveram o reino espiritual verdadeiro.
2- O gnosticismo ensina que há uma centelha divina dentro de cada ser humano e que o caminho da salvação é o despertar de essa centelha; é uma revelação interior, que transcende até o pensamento humano (Entendendo a Bíblia, O Gnosticismo nos Evangelhos...; Academia Edu, Gnosticismo e Evangelho de Tomé).
Há uma correlação entre os gnósticos e o desenvolvimento da doutrina da Trindade no Cristianismo, especialmente em relação ao Concilio de Nicéa (325 d.C.).
Muito antes do Concilio de Nicéa, os cristãos já falavam de Deus, como Pai, Filho e Espírito Santo, mas a relação entre essas três pessoas, não estava claramente definida. Havia debates, intensos sobre:
A Divindade de Jesus – Se era Deus ou apenas um ser exaltado.
A Natureza do Espírito Santo – Se era uma força divina ou uma pessoa.
A Unidade de Deus – De como conciliar o monoteísmo com três entidades divinas.
Os gnósticos também falavam em estruturas trinas ou múltiplas, mas com significados diferentes:
1- O Deus Supremo era incognoscível e dele emanavam Aeons, seres divinos que formavam pares.
2- Entre esses Aeons, havia tríades como Pai, Mãe (Sofia) e Filho (Cristo).
3- A trindade gnóstica era mais cosmológica e simbólica, representando aspectos da consciência divina, não pessoas.
Exemplo: No Apócrifo de João temos a trindade, Pai invisível, Barbelo (a mãe divina) e a Autogenes (o filho gerado).
O Concilio de Nicéa foi convocado para resolver disputas sobre a Natureza de Cristo, especialmente contra o arianismo, que negava a divindade plena. Mas também foi uma reação contra outras visões alternativas, como as gnósticas, consideradas heresias (Wikipédia, Sofia (Gnosticismo).
O Concilio ao afirmar que Jesus é “Deus de Deus, Luz da Luz, gerado, não criado, rejeita tanto o arianismo quanto o gnosticismo, consolidando a Trindade como dogma: Três pessoas, uma só substância (homoousios = da mesma substância)”.
ESCOLAS GNÓSTICAS
O Gnosticismo, historicamente se manifestou por diversas correntes, entre elas, duas Grandes Escola: A Persa (Irão) e a Siríaco-Egípcia; ambas com o objetivo da busca pela Gnose (Conhecimento Espiritual) e desenvolveram-se em contextos diferentes e características próprias.
A escola Persa, é nitidamente dualista e que reflete o Zoroastrismo e suas crenças sobre o gnosticismo antigo, considerado, especialmente como religião. Ganhou força entre os séculos II e III d.C. com o surgimento do Maniqueísmo, fundado por Mani.
O Maniqueísmo, foi um movimento religioso, também dualístico, parcialmente gnóstico, radical; no qual consideravam o mundo, doloroso e cruel; o bem, residindo na própria natureza divina e o mal ou mundo material; sempre presente essa dualidade de princípios opostos, como a luz e as trevas. Representou toda uma tradição religiosa em que a única forma de salvação aconteceria através da inteligência, agora essa religião está quase extinta; fundada pelo profeta Manes (215-276). A suas escrituras tinham-se perdido, no entanto foram descobertos documentos que se encontram preservados em Colônia, Alemanha, como o Codex Manichaucus coloniensis, que contempla informações biográficas sobre o profeta e seus ensinamentos.
O Mandeismo, está considerada uma religião étnica, gnóstica da antiguidade, remanescente até a atualidade. Veneram S. João Batista como o messias. Acreditam no dualismo, imaginando uma pugna entre a Luz (o bem) e a escuridão (o mal). Não acreditam em Moises, Jesus ou Mahomé; seus antepassados foram judeus, dos quais se desligaram e formaram nova seita.
O gnosticismo da Escola Sírio Egípcia, é de tendência monoteísta, no entanto incluem elementos do dualismo, é o caso dos cátaros, dos bogomilos e os carpocracianos.
A escola Gnóstica Sírio-Egípcia, desenvolveu-se entre Síria e Egito, especialmente na Alexandria, entre os séculos I e III d.C. Foi fortemente influenciado pelo Platonismo, o Judaísmo Helénico e os Cultos de Mistérios Egípcios. Sua cosmologia é complexa, com o Deus Supremo emanando os Aeons; a criação é vista como uma queda espiritual, e o mundo físico como uma prisão da alma; Jesus como revelador da Gnose, enviado pelo Pleroma para despertar a centelha da alma humana. Seus textos são simbólicos e mitológicos numa linguagem alegórica e esotérica (Wikipédia, Gnosticismo Siríaco-Egípcio; Gnosis Brasil, Gnosis e sua História...; Sua Pesquisa, Gnosticismo: Origem e Características).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Academia Edu. Gnosticismo e o Evangelho de Tomé. https://www.academia.edu/70183749/gnosticismo-e-o evangelho-de-tome-Exploracoes_interpretativas? form=MGOAV3&MGAOV3. Clube Glória. O que é Gnosticismo e sua influência na Espiritualidade.https://clubegloria.com.br/o-que-e gnostocismo-e-sua-influencia-na-espiritualidade/?form-MGOAV3. Entendendo a Bíblia. O Gnosticismo no Evangelho de www.bibliaeapocrifos.com.br/arquivos/site/entendendo-a-biblia/novos-artigos/gnosticismo-evangelho-de joão.pdf?form=MGOAV3&form=MGOAV3. Evangelho de Felipe-Tradução da Biblioteca de Hag-Hammadi. Gnosis Brasil. Gnosis e sua cultura do surgimento. https://gnosisbrasil.com/artigo/historia-da-gnosis João. Mariano, P. Gnosticismo: A Chave Oculta da Alma e os Mistérios do Conhecimento Interior.https://astromedical.com.br/gnosticismo-conhecimento-interior/?form=MGOAV3. Portal Divina Feminina. Pleroma- plenirtude/?form=MGOAV3&form=MGOAV3. A Plenitude. https://portal.divinafeminina.org/pleroma-a Sua Pesquisa. Gnosticismo: Origem e Caracteristicas.https://m.suapesquisa.com/resumos/gnosticismo.htm. Wikipédia. Sofia. pt.wikipedia.org/sofia_gnosticismo#:~:text=Ela%20geralmente%20tem%20o%20nome%20_lhes%20a%20gnos e%20(conhecimento). Wikipédia. Gnosticismo siríaco-egípcio. https://pt.wikipedia.org/wiki/gnosticismo_siriaco_egipcio?form=MGOAV3 Wikipédia. Pleroma. https://pt.wikipedia.org/wiki/Pleroma?form=MGOAV3 Wikipédia. Nague Hammadi. pt.wikipedia/org/wiki/Biblioteca_de-nague-hammadi.

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