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ARLS GLÓRIA SOBRE AS TREVAS

  • Foto do escritor: Antônio Tupinambá
    Antônio Tupinambá
  • 3 de mar.
  • 11 min de leitura

Atualizado: 4 de mar.


 


 

Antonio Tupinambá

AAML, Cad. 40-EM

03/03/2026

 


Hoje me deparei com uma postagem no “Zap Zap” chamando obreiros da “Glória Sobre as Trevas” para festejar o aniversário de fundação da Loja na próxima semana. Indaguei qual seria essa data, e recebi como resposta que a própria Loja informou ao GOB a data de treze de março.

Baseado em fonte primária de informação (Diário Oficial do Estado, Edição de 23/05/1962), o “Ato de Promulgação da Constituinte de Maçonaria Glória do Ocidente” diz com todas as letras:


Nós, irmãos mestres maçons, membros dos quadros das Oficinas “GLÓRIA DO OCIDENTE”, regularmente reunidos, com poderes delegados pela Constituinte, na forma do que foi aprovado em Ata da Assembleia Geral do dia 6 de novembro de mil novecentos e sessenta e um (1961) (E:V:.)

...

Entretanto, sobre essa data ainda cabe uma discussão profunda, em razão da história da fundação dessa Ordem, abordada numa palestra que seria por mim proferida a pedido de um Irmão a ela obediente, intitulada “MAÇONARIA GLÓRIA DO OCIDENTE – Um Legado de Manoel Queiroz Gomes para a Maçonaria Universal”, que transformei num opúsculo.

Nessa palestra, informo que Manoel Queiroz Gomes, fundador da Maçonaria Glória do Ocidente, então pertencente ao Quadro da Loja Oriente Unido, de obediência do Grande Oriente do Brasil, estava insatisfeito com o destino do produto da Coluna de Caridade da sua Loja e articulou a fundação de uma outra Loja sob os auspícios do mesmo Grande Oriente do Brasil, onde ele pudesse praticar a Maçonaria em todo o seu esplendor doutrinário, especialmente quanto à filantropia. Isso aconteceu, conforme registrado na Ata de Fundação dessa pretendida Loja, datada do dia dez do mês de março do ano de 1960, a seguir transcrita. 

À GL⸫ DO GR⸫ ARQ⸫ DO UNIV⸫

“ATA DE FUNDAÇÃO”

Aos 10 dias do mês de Março do ano 5.960 V⸫L⸫, no Or⸫ de Manaus, Estado do Amazonas, em sua sede provisória sito a Rua Duque de Caxias, s/nº, as 20 horas, estando presentes os IIr⸫ abaixo assinados e sob a Presidência do Ir⸫ Cel. Caetano Felix do Nascimento, - Delegado Especial do Grão Mestrado, do Gr⸫ Oriente do Brasil no Estado do Amazonas, foram abertos os trabalhos de fundação de mais uma Loja neste Or⸫ para o Grande Oriente do Brasil. 

Fazendo uso da palavra, o Ir⸫ Delegado, procedeu em seguida eleição para os cargos interinos da Loja, que ficaram assim constituídos:

- Ven⸫ interino – Ir⸫ MANOEL QUEIROZ GOMES

- 1º Vig⸫ interino – Ir⸫ SIDNEY PEREIRA RAMOS

- 2º Vig⸫ interino – Ir⸫ PEDRO LOPES DE HOLANDA

- Orador interino – Ir⸫ WANDERLEY BARBOSA DE PINHO

- Secretário interino – Ir⸫ THELIO DE MAIA BENTES

- Tesoureiro interino – Ir⸫ FELIPE NERY BOTELHO

- Chanceler interino – Ir⸫ CARLOS RAIMUNDO COLYER DE MELO CAVALCANTE

O presidente, em breves palavras, expôs o motivo da reunião, que era a Fundação de uma Loja, neste Or⸫, que foi unanimemente aceito.

Em seguida, foram tomadas as seguintes resoluções:

1ª. – Que a Loja, por intermédio do Delegado do Grão Mestrado, solicitasse a sua regularização no Poder Central, no “RITO DE YORK”.

2ª. – Que adotasse como título distintivo o nome “GLÓRIA DO OCIDENTE”.

3ª. - Que fosse solicitado ao IL⸫ Cons⸫ Fed⸫ da Ordem, a devida autorização para a regularização da mesma e respectivo funcionamento.

Com a palavra o Ir⸫ Caetano Felix do Nascimento, fez sentir aos IIr⸫ presentes a sess⸫ de fundação, das responsabilidades que acarretavam a fundação de uma Loja, desde a parte administrativa a parte litúrgica, bem como a futura unidade dos componentes da mesma. Terminando, solidariezou-se (sic) com a grande iniciativa, pois, esta veio a calhar com o seu interesse de fundar nesse Oriente, uma loja do “Rito de York”.

Em seguida, fez uso da palavra o Ir⸫ Manoel Queiroz Gomes, que disse dos motivos que inspiraram os sete componentes que naquele momento fundaram mais uma Loja para o Grande Oriente do Brasil, cuja finalidade, tinha por princípio básico, procurar a introduzir na Maçonaria desse Or⸫ as verdadeiras missões do Maçom, perante a Ordem, a Nação e o povo.

Dissertou em seguida, sobre a origem e formação da novel Loja, destacando em primeiro plano a formação de um triângulo entre os IIr⸫ Pedro Lopes de Holanda, Manoel Queiroz Gomes e Sidney Pereira Ramos, que teve por duração 45 dias de verdadeiro silêncio, ao qual tinha por meta a não quebrar  a unidade da iniciativa que haviam traçado.

Em seguida, continuou o Ir⸫ Queiroz Gomes, foram convidados os IIr⸫ Felipe Nery Botelho, Carlos Raimundo Colyer de Melo Cavalcante, Wanderley Barbosa de Pinho e por fim o Ir⸫ Thelio de Maia Bentes.

Em segundo plano, expôs aos presentes, a origem do nome da Loja, e porque da data escolhida para a sua fundação, que consiste no seguinte: 

 O nome “GLÓRIA DO OCIDENTE”, teve sua origem baseada na lenda de HIRAM, de acordo com a história, pela passagem e visita da Rainha de “Sabbá”, ao Rei Salomão, no ato solene da recepção, a dita rainha mostrou-se interessada em conhecer o grande construtor do majestoso Templo aonde iam ser guardadas as relíquias da aliança divina; o qual foi apresentado pelo rei Salomão, como sendo o mestre dos mestres- “HIRAM”, e este em seguida, dirigiu-se do Oriente para o Ocidente da construção, traçando no horizonte, um sinal em forma horizontal, deixando cair uma perpendicular  figurando dois ângulos retos que formou uma esquadria perfeita e dirigindo-se à Rainha, disse: senhora, este sinal é o que os Tiros conhecem pela letra “T”, por meio dele, todos os homens se movem e se congregam para uma realização de uma ideia comum: a fraternidade humana.  Ato contínuo, disse-lhe Hiram, Majestade – só pela harmonia se consegue realizar a ideia da beleza humana: paz entre os povos.

Finalizando a exposição da origem do nome da Loja, disse o Ir⸫ Manoel Queiroz Gomes, que sendo esse “T”, adotado pelo mestre “Hiram” aos seus obreiros, também seria o guia da nossa meta traçada, a fim de encontrarmos a verdadeira finalidade maçônica. 

Quanto a data escolhida para a fundação da Loja – 10 de março de 1960, tinha por escorpo (sic) ao motivo da tradução “Cabalística”, que tem a seguinte interpretação: surpresas, revelações, missões, domínio sobre as altas dignidades civis, eclesiásticas, militares e governamentais, e que do empreendimento surgirá celebridades, eloquências e virtudes.

Fez em seguida a exposição do distintivo escolhido para a Loja, do qual consta de um grande “T”, tomando toda a altura e largura do painel, onde está desenhado ao centro. Ao lado esquerdo do pinel na parte superior, encontra-se três pirâmides, distribuídas em linha reta; na parte inferior, um triângulo em sentido material contendo uma cruz ao centro e uma rosa; ao lado mais para a esquerda da linha , se encontra o simbolismo de um livro aberto, que representa a história da referia Loja, aonde se encontra na parte esquerda as iniciais dos fundadores da mesma ou seja: C.F.N.- W.- F.- C.C.- e T.- e na parte direita do referido livro, as iniciais, H.- Q.- e S.-, dos IIr⸫ componentes no triângulo que deu origem a fundação.

Ao lado direito do Painel, encontra-se um triângulo no sentido espiritual, que traduz o Gr⸫ Arq⸫ do Univ⸫ dividido na trindade ou seja: Pai, Filho e Espírito Santo, vendo-se também, o sol iluminando do Ocidente para o Oriente de acôrdo com a convicção dos grandes mestres, pois segundo os mesmos, o sol na parte do Oriente ao amanhecer joga os seus jatos de luz com todo o seu explendor para o Ocidente, e ao cair da  tarde, ele no Ocidente, a sua luz é mais intensa em todo o seu explendor, motivo porque , nós somos da mesma teoria, de que o Ocidente é a parte mais iluminada, da face da terra, motivo porque a Loja “Glória do Ocidente” iluminará com as suas luzes, toda a plenitude desse Oriente.

As duas colunas na base do “T”, representam a entrada no Templo de “HIRAM”.

O simbolismo das pirâmides nesse painel, representa os três sinais misteriosos que Hiram traçou no horizonte no momento em que os seus obreiros se dirigiam a planície que circundava o “Ophel” aonde se encontrava o Palacio Real. Nesse momento, a legião humana composta de 300 mil obreiros, dividiram-se em três grupos, em marcha e ritmos diferentes; a 1ª. denominada coluna dos mestres; a 2ª. coluna dos companheiros e a 3ª. coluna dos aprendizes, que em marcha silenciosa e harmoniosa, trouxeram inquietação ao Rei Salomão e a Rainha de Sabbá. Compreendendo Hiram, os motivos da admiração da rainha, disse-lhe: senhora, o trabalho para ser porficuo (sic) exige o mais completo silêncio. E em resposta diz o Rei Salomão à rainha de Sabbá: vê senhora, como tudo no mundo é relativo; o meu trono poderá ser esmagado por essa onda desse mesmo mar humano; o poder material dos Reis, vascila (sic) e cai perante o poder moral dos povos que apercebem-se e formam a consciência das suas forças irreversíveis.

Salomão, ficando silencioso perante aquele poder humano, que falavam todas as línguas, que conheciam todas as perfeições da arte e numa harmonia e num silêncio inquebrantável, atendia a um só homem pelos simples sinais e gestos lançados no ar e vibrando em preces a Deus, disse: Senhor, o vosso servo jamais tentou ofender a sua vontade: tende piedade dos Reis. Salomão poude (sic) ouvir a palavra de Deus pela intuição que lhe era peculiar: Sêde justo que nada vos sucederá.

Compreendendo Hiram, a aflição do Rei Salomão, perante o movimento harmonioso de seus obreiros, levantou o braço e traçou três esquadrias, que traduzido pela rainha de Sabbá, pela intuição de mulher, transmitiu ao ouvido do Rei Salomão como sendo: ide em paz ao trabalho – a colossal massa humana voltou ao trabalho na mesma harmonia, a qual, pronunciaram cada coluna as três palavras: Oshit, Oshat, Oshut, então Salomão,  apreensivo deante (sic) daquela grandiosidade de unidade fez uma prece a Deus, sinto que há na terra, um poder superior ao meu, junto do qual tenho passado sem dar conta dele. Só agora compreendo que acima dos reizes (sic), está a majestade dos povos e beijando três vezes o chão  deu por terminada a cerimônia.

Continuando, o Ir⸫ Manoel Queiroz Gomes, fez ver aos IIr⸫ presentes, que na sua opinião, tomando por base a formação e desejo dos IIr⸫ presentes a sessão de fundação da Loja, ele explanaria na referida sessão, parte do texto a serem enquadrados no regulamento interno da Loja recém fundada, a saber:

O número limitado de obreiros, o programa de trabalho traçado para solidificar a pujança e o futuro da Loja “Glória do Ocidente”, como segue:

O número de obreiros da Oficina, será limitado a 72, que de acordo com a simbologia desse número, ficou assim determinado:

1º) - De acordo com o sonho bíblico de Jacob, 72 degraus tinha a escada que o viu ligando a terra ao céu.

2º) - Setenta e dois (72), era o número de Gênios que serviram de intermediário entre a esfera divina e o homem.

3º) – Setenta e dois (72), também foram os anjos que ele viu governando os 72 rários (sic) do céu.

4º.) – Setenta e dois (72), foram as Nações independente que ele viu na face da terra.

5º.) – Setenta e dois (72), são as partes que dividem o corpo humano.

6º.) – Setenta e dois (72), fôram as interpetes (sic) que traduziram o velho testamento.

7º.) – Setenta e dois (72), fôram os anciões que na sinagoga, se encontrava quando da visita de Cristo aquele Templo, de acordo com os ( ESSÊNIOS ).

8º.) – Setenta e dois (72), fôram os discípulos de Cristo na terra e 12, foram os seus apóstolos ou seja 12 x 6 = 72.-

9º. – Setenta e dois (72), é o número que reduzido Cabalisticamente pela Numerologia, encontramos o Tetragramaton Sagrado I E V E, que se traduz do hebraico para o latim, na palavra DEUS.

10º. – Setenta e dois (72), finalmente, traduzido cabalisticamente pela soma dos valores, encontramos: Vitória Suprema. -

Quanto aos trabalhos - programa – na Loja, independente da parte litúrgica enquadrada no Rito, teremos:

Política Administrativa.- História da Filosofia.- História do Simbolismo.- Atividades Cívicas.- Educação Maçônica.- Responsabilidade individual.- em relação a Maçonaria e a sociedade profana.- História das  Religiões.- Jurisprudência Maçônica e Testes do programa no aproveitamento do ideal.-

Finalisando (sic) a sua explanação disse o Ir⸫ Manoel Queiroz Gomes, que analisando o simbolismo das três colunas representadas pelas pirâmides  nesse quadro e o simbolismo das palavras de Hiram, bem como a tradução da Rainha de Sabbá além da convicção de Salomão ao Gr⸫ Arq⸫  do Univ⸫, reconhecendo o poder  humano, nós fundadores dessa Oficina, temos as mesmas convicções e certeza de que saberemos introduzir nesse Oriente, as verdadeiras convicções Maçônicas, com toda a sua pujança, orientada pelo Rito que acabamos de escolher, do qual temos a primasia (sic) de sermos os primeiro fundadores de uma Loja possuidora do referido Rito nesse Oriente.

E para constar, foi por mim Secretário-interino, Thelio de Maia Bentes, traçado o presente balaústre, que depois de lido e aprovado, vai ser assinado por todos os presentes.

Venerável – interino – (assinado) – MANOEL QUEIROZ /GOMES

1º. Vigilante – interino – (assinado) – Sidney Ramos

2º. Vigilante – interino – (assinado) – Pedro Lopes Holanda

Orador – interino – (assinado) – Wanderley Barbosa de Pinho

 

Eis a origem da confusão sobre a data de fundação da hoje ARLS Glória Sobre as Trevas.

O dia 10 de março de 1960 seria a data de fundação de uma Loja denominada “Glória do Ocidente”, de obediência ao Grande Oriente do Brasil, que nunca chegou a ser regularizada, e por isso nunca funcionou.

Ainda escorado no preâmbulo do Ato de Promulgação da Constituinte da Maçonaria Glória do Ocidente, que não se confunde com a “Ata de Fundação” da Loja Glória do Ocidente, esta datada em 10 de março de 1960 e aquele datado em 13 de abril de 1962, mais de dois anos depois, levanto uma questão que deveria ser do interesse dos Obreiros da ARLS Glória Sobre as Trevas, hoje obediente ao Grande Oriente do Brasil: o que significa a expressão “Nós, irmãos mestres maçons, membros dos quadros das Oficinas “GLÓRIA DO OCIDENTE”?

Significa que quando da promulgação da Constituinte da Maçonaria Glória do Ocidente no dia 6 de novembro de 1961 existiam várias Lojas. Em outras palavras, a Maçonaria Glória do Ocidente foi fundada com obreiros pertencentes a várias Lojas.

Quais?

A resposta está no Decreto 1962/3, de 13 de março de 1962, do Grão-Mestre Geral Manoel Queiroz Gomes, que diz no Art. 1º: “Ficam criadas sete (7) Lojas que se denominarão de Augustas e Respeitáveis Lojas Simbólicas, que terão denominações próprias e baseados na Constituição e Regimento Interno da Potência Maçonaria Glória do Ocidente”. O parágrafo 7º desse primeiro dispositivo estabelece os nomes distintivos das Lojas: Glória Sobre as Trevas, Glória e Trabalho, Glória e Razão, Glória e Liberdade, Glória e Tolerância, Glória e Igualdade e Glória do Oriente Eterno.

Quando o indigitado Decreto 1962/3 é analisado em conjunto com o Decreto-Lei 1965/1, do dia 12 de janeiro de 1965, também do Grão-Mestre Geral Manoel Queiroz Gomes, fica esclarecido que a Maçonaria Glória do Ocidente foi fundada por Obreiros de 7 Lojas que lhe deviam obediência:  

1 – Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 1;

2 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 2;

3 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 3;

4 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 4

5 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 5

6 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 6

7 - Loja Simbólica Glória do Ocidente Nº 7

Daí que o Decreto-Lei 1965/1, de 12 de janeiro de 1965, mudou a denominação dessas Lojas para, respectivamente,

1 – Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA SOBRE AS TREVAS;

2 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA E RAZÃO”;

3 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA E TOLERÂNCIA”;

4 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA E TRABALHO”

5 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA E LIBERDADE”;

6 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA E IGUALDADE”;

7 - Aug:. Resp:. Loj:. Simb:. “GLÓRIA DO ORIENTE ETERNO”.

Registre-se que o Decreto 1962/3, de 13 de março de 1962, diz que “Ficam criadas sete (7) Lojas que se denominarão de Augustas e Respeitáveis Lojas Simbólicas, que terão denominações próprias e baseados na Constituição e Regimento Interno da Potência Maçonaria Glória do Ocidente”, estabelecendo, no parágrafo 7º, os nomes distintivos daquelas Lojas, entre elas a Glória Sobre as Trevas.

Concluo, então, pelo raciocínio logico, fundamentado em documentos considerados tecnicamente fontes primárias de informação, que, salvo melhor juízo, a data de fundação da ARLS Glória Sobre as Trevas, hoje pertencente à constelação do Grande Oriente do Brasil, é 13 de março de 1962, para efeitos legais. Maçonicamente, entretanto, 6 de novembro de 1961 é a data de fundação de todas as Lojas que subsidiaram a criação da Maçonaria Glória do Ocidente, entre elas a Glória Sobre as Trevas.

Minha última indagação: qual data dever ser comemorada?

Minha opinião: cabe à Assembleia Geral da Loja decidir.

 

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